segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

ESSE É O MEU REI

ESSE É O MEU REI

A Bíblia diz que o meu Rei é o Rei dos judeus. Ele é o Rei de Israel. Ele é o Rei das épocas. Ele é o Rei do céu. Ele é o Rei da glória. Ele é o Rei dos reis e Ele é o Senhor dos senhores. Esse é o meu Rei.

Queria saber...
Você o conhece?

Meu Rei é Soberano. Nenhum meio de medida pode definir o Seu amor sem limites. Ele é eternamente forte, é totalmente sincero, é eternamente firme, é imortalmente gracioso, é imperialmente poderoso, é imparcialmente misericordioso. Você o conhece?

Ele é o maior fenômeno que já atravessou o horizonte desse mundo. Ele é o Filho de Deus. Ele é o Salvador dos pecadores. Ele é a peça central da civilização. Ele é inigualável. Ele é incomparável. Ele é a ideia mais elevada da literatura. Ele é a maior personalidade da filosofia. Ele é a doutrina fundamental da verdadeira teologia. Ele é o único qualificado para ser o Salvador todo suficiente.

Será que você realmente o conhece?

Ele dá força aos fracos. Ele é disponível para os tentados e julgados. Ele se compadece e salva. Ele fortalece e sustenta. Ele guarda e guia. Ele cura os feridos. Ele sarou os leprosos. Ele perdoa os pecadores. Ele perdoa os devedores. Ele liberta os cativos. Ele defende os oprimidos. Ele abençoa os jovens. Ele serve aos necessitados. Ele estima os idosos. Ele recompensa os diligentes e embeleza os humildes.

Você conhece esse Rei?

Ele é a chave do conhecimento. É a fonte da sabedoria. Ele e a porta do livramento. Ele é o caminho da paz. Ele é a estrada da justiça. Ele é o caminho da Santidade. Ele é o portal da glória.

Você sabe de quem eu estou falando?

Sua luz é incomparável. Sua bondade é ilimitada. Sua misericórdia é eterna. Seu amor nunca muda. Sua palavra é eterna. Sua graça é suficiente. Seu reinado é justo, Seu julgo é suave e Seu fardo é leve.

Eu gostaria de descrevê-lo para vocês, mas Ele é indescritível. Ele é incompreensível. Ele é imbatível. Ele é irresistível. Não se consegue tirá-lo da cabeça, não se pode soltar de Sua mão. Não se pode viver mais do que Ele e não se pode viver sem Ele.

Os fariseus não o suportavam, mas descobriram que ninguém poderia impedi-lo. Pilatos não podia lhe acusar, tentaram lhe matar, mas a morte não o pode dominar e o túmulo não conseguiu lhe segurar.

SIM!!!

ESSE É O MEU REI!

JESUS CRISTO, O REI DOS REIS!


Autor desconhecido.

quarta-feira, 12 de novembro de 2014

domingo, 15 de junho de 2014

Quem nunca desejou pecar sem culpa?

(Texto baseado no Salmo 73 escrito por Asafe)

Há momentos, nos quais tudo o que desejamos é não saber tanto.
A inocência é um escudo tão nobre.
Quem nunca desejou pecar sem culpa?

Asafe olha os perversos, os pecadores, os maus e deseja estar no lugar deles. Por um momento seus pés quase se desviam.
A inveja da liberdade em pecar e se regozijar no pecado toma conta do seu coração.

A questão suscitada pelo grande salmista é a inércia de Deus ante as perversidades dos homens.
Asafe os chama de intocáveis perante um Deus permissivo.

Ora, se o salmista não conhecesse a Deus também seria como Eles. Sem medos, sem dúvidas, sem constrangimentos espirituais, sem Caminho, sem destino. Viver apenas por viver, experimentando tudo quanto à existência pode proporcionar.

Diante dessa crise instaurada, o autor do salmo se indigna contra a inércia de Deus. Como pode o Divino simplesmente não castigar tamanhos devaneios?
A alma se abate, a dor toma conta do coração, a mente questiona e Deus permanece em silêncio.

Por quê?

Os corruptos estão prosperando, se vestem de soberba, violência, arrogância e opressão. Contra Deus eles usam a fé para a prática de perversidades.

O poeta se embrutece, sua carne e seu coração desfalecem.

Até que ele entra no santuário de Deus e entende que o fim destes é exatamente sua inocência diante da realidade de Deus. Eles vivem como num sonho, seus pés não estão firmados em nada, a eles não é concedido o prazer da presença do doce Espírito Santo.

Não há Caminho para ser trilhado, não há conselhos, não há glória, não há relacionamento com os céus, não há confiança e experiência com o Eterno.

Por fim, o que lhes resta é a vaidade de serem perversamente conduzidos por seus desejos carnais.

É neste momento que você reconhece, que a despeito de todas as adversidades, temores e dúvidas, seus pés estão firmados na Rocha Inabalável.
Conquanto seu coração tenha se embrutecido pela maldade e perversidade dos homens, seu espírito é avivado pela presença consoladora do Espírito Santo.


Em epítome, nossa glória é parecermos com Cristo e isso não é conquistado através dos desejos terrenos, mas de um espírito forte confiado na esperança da Glória que há de vir.
Esse é o prazer supremo que o ser humano pode experimentar!!!

Um abraço!

Ulisses Juliano

sábado, 31 de agosto de 2013

QUANDO O POVO SAI ÀS RUAS


Em outubro de 1660, Salvador Correia de Sá, poderoso governador da capitania do Rio de
Janeiro, depois de impor à população um imposto predial de 20 réis, saiu em viagem para São Paulo. Foi surpreendido por uma revolta popular que ganhou as praças, o depôs e instalou um   novo governo para a cidade. D. Pedro I, imperador e defensor perpétuo do Brasil, esperava ser recebido com festa em 13 de março de 1831, quando retornava à corte, após um périplo  pelas Minas Gerais. Mas os brasileiros, revoltados com a precedência dos portugueses nos ministérios e nas preocupações do monarca, saíram às ruas para protestar na base dos chuços e garrafadas.

Em 2013, prefeitos, governadores, parlamentares, partidos, sindicatos e a presidente da  República se surpreenderam  com uma onda que começou pequena e cresceu na velocidade das redes sociais, até se transformar na maior manifestação popular de toda a história do Brasil.Esses e os vários motins, rebeliões, manifestações, escaramuças e bernardas que o Brasil viveu em 500 anos de história demonstram quão falaciosa é a afirmação de que a população brasileira aceita com passividade os muitos desmandos que sua elite política tem perpetrado ao longo do tempo. A opinião pública é uma espécie de organismo vivo que pode ganhar as ruas a qualquer momento e derrubar aumentos de passages, leis, casuísmos e até presidentes   e imperadores.

Se alguém tinha se esquecido disso e considerava a população brasileira anestesiada pela repetição exaustiva dos casos de corrupção, patrimonialismo e incúria, a partir do espetacular junho de 2013 terá de rever seus conceitos.

Dirley Fernandes (Editorial da Revista História Viva nº 118, Agosto de 2013)