quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

UM NINHO SEM ESTRANHOS

Todos somos carentes!
Isso é um fato que ninguém pode negar. Não há quem seja auto suficiente, todos necessitamos estar interligados através de laços de relacionamentos, de afeto sejam eles quais forem.
Sem embargo, todos também querem ser aceitos, desejam ser respeitados e incluídos em grupos. Se isso não ocorre, é natural o sentimento de exclusão, de impotência. É como se você não existisse, parece que você não está ali, não faz parte daquela igreja, ou daquela sala na faculdade, ou no trabalho.

Neste contexto há várias circunstâncias, a idade ser diferente dos demais, ser recém chegado em uma igreja, não ter dinheiro para participar das saídas do grupo, timidez, alguma deficiência física, entre outros. Todas essas circunstâncias servem para atrapalhar sua identificação com o grupo.

Há, entretanto, um grupo que aceita a todos tal como são e estão. Não há preconceitos, não há barganhas a fazer, não há circunstâncias adversas ou favoráveis. Em qualquer lugar você pode acessar esse grupo e se sentir parte de algo maior, superior, sobrenatural.


Assim é a Igreja, não igreja de templos e denominações, mas Igreja "corpo", onde há uma comunidade de irmãos que partilham vivências e experimentam sensações que só o amor genuíno pode proporcionar. Neste "corpo" há um que é o "Cabeça" este é o irmão mais velho, aquele que foi ferido e humilhado para que todos nós pudéssemos viver essa fraternidade hoje, onde no "ninho" não há mais estranhos. Com este Irmão mais velho somos co-herdeiros de uma herança eterna e vivendo assim, somos habitados por um Espírito excelente que nos admoesta em um único mandamento, amar a Deus acima de todas as coisas e ao próximo como a si mesmo.

Se interessou?
Então experimenta!!!

Por,
Ulisses Juliano

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

SOMOS JULGADOS TODOS OS DIAS

Imagine um tribunal rígido. Um local onde as leis são respeitadas, onde não há barganhas ou negociatas escusas, a justiça impera e não há como se eximir das sentenças.
Irreal?
Negativo, há um justo Juiz que que está acima de todos e os julga como iguais, Suas decisões são imparciais e céleres.
Não obstante, há uma situação esdruxula que ocorre neste tribunal, assim que saia sentença o Filho do Juiz assume toda a pena e sofre toda a condenação deferida ao culpado.

"Mas ele foi ferido por causa das nossas transgressões, e esmagado por causa das nossas iniqüidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados." (Isaías 53:5)

Pare um pouco e pense nisso...


Ulisses Juliano

sábado, 12 de novembro de 2011

QUANTO JEITO HÁ DE AMAR


Uma personagem põe-se a lembrar da mãe, que era danada de braba, mas esmerava-se na hora de fazer dois molhos de cachinhos no cabelo da filha, para que ela fosse bonita pra escola.

Meu Deus, quanto jeito que tem de ter amor.
É comovente porque é algo que a gente esquece: milhões de pequenos gestos são maneiras de amar. Beijos e abraços são provas mais eloqüentes, exigem retribuição física, são facilidades do corpo. Porém, há outras demonstrações mais sutis: Mexer no cabelo, pentear os cabelos, tal como aquela mãe e aquela filha, tal como namorados fazem, tal como tanta gente faz: cafunés. Amigas colorindo o cabelo da outra, cortando franjas, puxando rabos de cavalo, rindo soltas.

Quanto jeito que há de amar.

Flores colhidas na calçada, flores compradas, flores feitas de papel, desenhadas, entregues em datas nada especiais: "lembrei de você".
É este o único e melhor motivo para azaléias, margaridas, violetinhas.

Quanto jeito que há de amar.

Um telefonema pra saber da saúde, uma oferta de carona, um elogio, um livro emprestado, uma carta respondida, uma mensagem pelo celular, repartir o que se tem, cuidados para não magoar, dizer a verdade quando ela é salutar, e mentir, sim, com carinho, se for para evitar feridas e dores desnecessárias.

Quanto jeito que há de amar.

Uma foto mantida ao alcance dos olhos, uma lembrança bem guardada, fazer o prato predileto de alguém e botar uma mesa bonita, levar o cachorro pra passear, chamar pra ver a lua, dar banho em quem não consegue fazê-lo só, ouvir os velhos, ouvir as crianças, ouvir os amigos, ouvir os parentes, ouvir...

Quanto jeito que há de amar.
Rezar por alguém, vestir roupa nova pra homenagear, trocar curativos, tirar pra dançar, não espalhar segredos, puxar o cobertor caído, cobrir, visitar doentes, velar, sugerir cidades, filmes, cds, brinquedos, brincar...

Quanto jeito que há.

Por, Adélia Prado

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

SÓ HÁ UMA RESPOSTA PARA A CRISE


Impotência e crise.
Diante das mais diversas crises econômicas que acontecem em países tão distantes e não obstante, interferem no preço do meu arroz e da minha carne aqui. Ao concebermos bombas nucleares capazes de devastar um planeta inteiro. Ante aos vulcões, terremotos, maremotos, furacões e tufões deixam desprender sua força incontrolável e inexorável. Promovendo guerras com os motivos mais torpes, centenas de rebeliões pelas melhores ou piores motivações. Governos corruptos, lideranças manipuláveis, povo transformado em massa de manobra. O mundo está em crise e arrasta para ela o ser humano com todas as suas questões, das mais inocentes da infância até as discussões mais complexas de nível universitário. O futuro, que detém alegria ou terror, conforto ou dor, amor ou solidão.

As perguntas surgem e as respostas só levam a outras interrogações. Não há soluções satisfatórias e duradouras. Todos estão em busca ao menos de um remédio para as crises que nos assolam, qualquer coisa em que possam se segurar, mesmo que seja por mais um ano ou uma década. No fundo todos querem apenas adiar o inadiável, o desespero humano frente ao deus deste século que lhe cegou o entendimento.

O pastor Carlos Bregantim, sobre Deus disse: "Nem sempre O sinto, nunca O vi, raramente O ouço, mas, sei que está perto, pois, jamais conseguiria ser o que sou e fazer o que faço sem Ele e sua interferência direta na minha vida".


Fé e esperança.
Alguns escolhem viver com suas dúvidas, ignorando-as. Outros se tornam cínicos e endurecidos. Mas existem aqueles que não se entregam, homens que são como “cana agitada pelo vento” que não se dobram, que não se quebram. Podem até sofrer com a impetuosidade do vento, com as intempéries da vida, contudo eles estão alicerçados numa Rocha inabalável, estão enxertados na Oliveira verdadeira e não há nenhum poder, nenhuma potestade, nada em absoluto, que lhes afaste dessa realidade.

A resposta que estes últimos encontraram é a fé. Ela é a única convicção que nos coloca diante daquEle que é tudo e tudo pode e nEle, depositamos toda nossa confiança e somos alimentados por uma esperança que encontra para ser a nossa base, o chão da vida, o evangelho, a graça, o amor que superabunda em quaisquer circunstância.
Os sentimentos das pessoas nessa situação não são controlados pelos eventos ao redor, mas pela fé na habilidade que Deus está presente e interferindo em favor deles.
A esperança se baseia na fidelidade do Eterno e isto basta para mim, para você e para quaisquer um que saiba que o Pai se reconciliou com toda humanidade e convida a todos pra voltarem e celebrarem com Ele em paz.

Nele, que me leva a confiar esperançoso.

Ulisses Juliano

terça-feira, 30 de agosto de 2011

NASCIDO PARA SER AMADO

Ter a consciência de ser nascido de novo, de ser co-herdeiro com Cristo, de se tornar filho do Eterno, é uma dignidade tão grande que não admite quaisquer vinculações com barganhas, culpas, fobias, religiosidades ou qualquer coisa do gênero.


A melhor honra que um filho pode fazer ao Pai é aceitar que é amado, que é desejado, que é querido nos céus. Se essa for a concepção, há isenção, ou seja, nada pode atrelar este filho a outra realidade que não seja a do evangelho, ao chão da graça, ao amor inefável do Pai.
A primeira virtude de um filho é a dependência ao seu Criador, ao seu Pai eterno. Esta dependência precisa ser ensejada de relacionamento íntimo, tempo dedicado, coração sincero e ao mesmo tempo uma vontade imensa de se entregar, de se doar, de partilhar todo esse amor com o qual é sustentado. Essa é a herança, a consciência e a atitude de um verdadeiro adorador.

Se for assim, não há barreiras para se experimentar uma amor absurdamente incalculável.

Nele, que me amou mesmo antes da minha existência.

Ulisses Juliano